quarta-feira, 7 de abril de 2010

Aviso

Postado por Unknown às 17:30 0 comentários

Vacinação H1N1 
Crianças de 06 meses a menores de 2 anos

Atenção!

A vacinação contra a Influenza H1N1 para gestantes, doentes crônicos e crianças de 06 meses a menores de 2 anos foi prorrogada até o dia 23/04.

Aproveite a oportunidade, procure um posto de vacinação. 
Faça a sua parte contra a Influenza H1N1. Vacine-se.

A vacina é eficaz e segura. 

Importante: o Ministério da Saúde não manda mensagens eletrônicas solicitando dados pessoais dos destinatários. Se houver dúvida sobre a origem desse e-mail, entre em contato com a Assessoria de Comunicação do Ministério da Saúde pelo telefone 61-3315-3580.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Você sabia? Panela de ferro afasta a anemia!

Postado por Unknown às 14:56 1 comentários

A doutora em nutrição pela Unicamp,  Késia Quintaes,  estudou em 2004  as implicações nutricionais do uso de três tipos de panela: de ferro, de aço inoxidável e de pedra-sabão.
“A escolha dos materiais foi pelo simples motivo de teremFerro em sua composição”, conta Késia.
“Queria provar que transferem a substância, podem ser utilizadas no combate à anemia.”
E liberam no cozimento não apenas o Ferro, mas também Manganês. Algumas passam ainda Cálcio e Níquel.
Os resultados positivos com ferro foram registrados em exames de sangue feitos em vegetarianas.
Durante 12 semanas, elas tiveram de usar a panela de ferro no dia-a-dia.
A concentração de hemoglobina (proteína sanguínea que serve de referência para medir a anemia) depois da experiência era 87% maior em relação ao início.
Porém, deve-se ter cuidado com sua utilização.
“Acima de 40 mg por dia o Ferro pode irritar o sistema gastrointestinal e provocar diarréia ou vômitos”, diz Késia.
Portanto, use com moderação.
Não todos os dias, especialmente para crianças.
Escolha um alimento (feijão, por ex.), e tempere-o na panela de ferro para consumo em 2 dias da semana. Ou faça legumes na Wok de Ferro, vez ou outra.
Para ler um resumo da tese da Dra Késia Quintaes, da Unicamp, entre aqui:
No Brasil a Anemia Ferropriva prevalece entre 50 a 80% das crianças menores de 2 anos!A deficiência deferro decorre por causa de uma baixa oferta alimentar deferro, com baixa absorção intestinal deste nutriente.
ferro é um micro mineral existente em todas as células dos seres vivos sendo que 1/3 do ferro de nosso organismo fica armazenado no fígado, 1/3 na medula óssea e o restante no baço e em outros tecidos.
A absorção do ferro ocorre principalmente no duodeno (parte inicial do intestino delgado).
Alguns componentes de nossa alimentação podem aumentar a absorção doferro pelo organismo (frutose, vitamina C) ou diminuir esta absorção (fosfatos, oxalatos, presentes em farelos de cereais e chá).
A perda natural de ferro pelo organismo ocorre através da descamação natural das células da mucosa do tubo digestivo. A ingestão de leite de vaca integral, ou fórmulas á base de LV,  por bebês menores de 1 ano,  pode provocar esse tipo de sangramento oculto.
A criança necessita muito do ferro para a produção dos glóbulos vermelhos.
Nos meses de amamentação o leite materno é a principal fonte de ferro para o bebê.O ferro do leite materno tem maior biodisponibilidade (absorção) do que o leite de vaca fazendo com que as crianças que mamam no seio materno nos primeiros 6 meses de vida tenham reservas de ferro maiores do que os alimentados com leite de vaca.
O aleitamento materno exclusivo age como fator de proteção durante os 4– 6 primeiros meses de vida, pois apesar do conteúdo de ferro do leite materno ser baixo (0,26 a 0,73 mg/ml), ele tem alta biodisponibilidade, de tal forma que a sua utilização é elevada (cerca de 50%), compensando a baixa concentração do mesmo.
Esta qualidade do leite materno de promover a absorção do ferro justifica o fato de este alimento ser suficiente para fornecer um balanço adequado de ferro em crianças nos primeiros seis meses de vida, sem a necessidade de ferro exógeno adicional (SUPLEMENTO), salvo situações em que a criança, por condições de nascimento (prematuridade e baixo peso ao nascer) tem estoques orgânicos insuficientes do mineral.
A utilização de grandes quantidades de leite de vaca e a introdução precoce de dieta de desmame, bem como o desmame precoce, são fatores que poderiam levar ao desenvolvimento da anemia por volta do sexto mês de vida, uma vez que o leite de vaca, além de ser pobre em ferro, inibe a absorção deste minera vindo de outros alimentos ingeridos em conjunto.

ALIMENTOS RICOS EM FERRO

Como corre á boca pequena que apenas as carnes possuem Ferro de melhor absorção, vou colocar alimentos diferenciados, que podem substituir as carnes , especialmente para vegetarianos.
ALGAS:
Um estudo recente analisou os níveis de nutrientes de uma variedade de algas e comparou a porções típicas (8g de alga seca) com a ingestão diária recomendada, e com alimentos comuns. A conclusão foi que:
As algas absorvem os minerais do mar, que é rico em muitos minerais e oligoelementos.
O cálcio e o ferro tendem a acumular-se em muito maior quantidade nas algas do que nas plantas terrestres.

Por exemplo, 8g de uma porção seca de kombu fornece mais cálcio do que um copo de leite, e uma porção de dulse contém mais ferro do que 100g de um bife do lombo de vaca (embora este não seja tão bem absorvido).

As algas também fornecem grande quantidade de iodo, que é essencial para a função da tireóide.
+++
Quinoa 9,5mg (o amaranto deve ter algo parecido)
Feijões, lentilhas, ervilhas…
Coentro 81,4 mg
Agrião 3,1 mg
folha de Caruru 4,5 mg
Catalonha 3,1mg
Salsinha 3,2 mg
Melado 5,4mg
Azeitona preta 5,5mg
Linhaça 4,7mg

Para saber mais:

CUIDADO COM ELES!!
ALIMENTOS QUE PREJUDICAM A ABSORÇÃO DE FERRO
(Não devem ser ingeridos em conjunto com alimentos ricos no nutriente)
Leite de vaca
Castanhas e amêndoas
Clara do ovo (albumina)
Compostos fenólicos (Refrigerantes, café, chás…)
Cereais integrais

quarta-feira, 31 de março de 2010

Criança Mimada,Birra ou tem algo errado?

Postado por Unknown às 11:40 1 comentários

topo educaçãoEDUCAÇÃO
bebê birrento
Birra: a hora de dizer não para a criança

Nem sempre é fácil lidar com os escândalos protagonizados pelas crianças, mas os especialistas garantem: pais que sabem dizer não e sustentam essa posição têm mais chances de ajudar os filhos a lidar com as frustrações e ter uma vida mais feliz.
Por Angela Senra
Tudo começa com um chorinho quando o bebê não consegue satisfazer seus desejos – subir na mesa, pegar o controle remoto, não devolver o brinquedo do irmãzinho. Mas o primeiro mandamento para lidar com a birra infantil é não se desesperar. Gritar e perder o controle só reforça esse tipo de comportamento da criança, que entende a sua reação como parecida com a dela. Quando o pequeno percebe que conseguiu tirá-la do controle e chamou a sua atenção, desconfia que você acabará cedendo, especialmente se estiverem em público. E, aí, salve-se quem puder.

Segundo a psicanalista infantil e familiar Anne Lise Scappaticci, de São Paulo, desde muito cedo as crianças aprendem a arte da manipulação. “Da mesma maneira que sabem que agradam quando são boazinhas, percebem que podem usar a birra para conseguir o que desejam”, diz.

A teima faz parte do comportamento infantil, como uma tentativa de a criança demonstrar certa independência e expressar suas vontades. E aparece por volta de 1 ano e meio de idade.

Quando a criança tenta conseguir o que quer através de showzinhos, a dica é dar um pouco de atenção, sem estender a bronca por horas. Você pode dizer que esse “não” é o jeito de conseguir o que ela quer e por causa disso não vai ter mesmo. E não fique assistindo ao espetáculo, a menos que a criança esteja se debatendo e corra o risco de se machucar.

“Nesses casos, aconselho a abraçá-la e ir conversando até ela se acalmar”, afirma Anne Lise. Se o incidente ocorreu numa festa de aniversário, por exemplo, assim que cessar, volte para casa. Depois de um escândalo como esse, a criança não pode ser recompensada com diversão.

Segundo Vera Iaconelli, psicanalista e coordenadora do Gerar – Instituto de Psicologia Perinantal, se o ataque for muito intenso e você estiver no shopping ou no parque, vale levá-la até o carro para se acalmar e, se for o caso, nem retornar. O problema é acabar com o programa dos irmãos ou da família toda. O ideal é tirá-la do local e mostrar que a birra não levará a nada, que você não mudará de ideia.

“Quando os pais aprendem a lidar com o filho, as birras diminuem. Depois de uma ou duas vezes, ele aprende que a teimosia não adianta e para de insistir. Se isso não acontece, é porque a criança descobriu que fazer cena funciona e ela sempre ganha a parada”, diz Vera.

A maneira de lidar com esses conflitos é decisiva. “Os pais precisam ser firmes, mesmo que o filho chore e fique com raiva deles. Se cedem a cada vez que ele fica desapontado, acabam criando uma pessoa que não suporta a frustração, tem dificuldades de relacionamento e fica malvista pelos amigos, que muitas vezes se afastam”, alerta Anne Lise.

O que é normal e quando a birra é preocupante
O bebê está brincando, você precisa dar banho nele para sair, mas a criança não quer. Ele se rebela e chora. Nessas horas, o truque é mudar seu foco, chamando a atenção para objetos e pessoas de que ele gosta. Imagine se os pais ou os cuidadores sempre cederem a essa pequena rebeldia? Como conseguirão encontrar um momento para levá-lo à banheira? E quando ele ficar maior, serão os pais capazes de impor obediência?

A psicanalista Vera Iaconelli explica que a capacidade de aceitar regras vai se desenvolvendo ao longo do tempo e os pais não precisam fazer disso uma batalha, entrando em constante confronto com a criança.

“Alguns pais têm tanto pavor da birra que negam tudo, vetando qualquer chance de o filho se revoltar e descobrir por si só o que quer. O equilíbrio está em selecionar o não para coisas realmente importantes, como morder e bater nos outros ou nos objetos, colocar o dedo na tomada, atravessar a rua sem dar a mão.”

Se seu filho sempre se comporta como um birrento, atenção! “Apesar de ser frequente no universo infantil, o padrão indica um problema mais sério. É hora de procurar ajuda de um especialista. Do contrário, a birra fará a criança se fechar em uma ideia fixa, sem enxergar outras possibilidades”, alerta Anne Lise.

É difícil enfrentar um comportamento quando ele aparece pela primeira vez. E é muito comum a criança que nunca fez uma determinada birra um dia se atirar no chão e fazer manha, deixando os pais atônitos.

Uma das explicações para isso é a imitação. Ela pode ter visto o amiguinho fazer o mesmo, percebido que funcionou e tentar a sorte também. “O papel dos pais nessa hora é dizer não e tirar a criança do local. Ponto final. Não caia na tentação de passar meia hora falando, dando corda para uma atitude repreensível ou criticando a ação como se fosse a pior coisa do mundo”, diz Vera.

Birra: sermões não resolvem, insista nas regras
“Até os 5 ou 6 anos, a criança não consegue manter a concentração nas palavras por mais de 20 ou 30 segundos”, diz a psicóloga infantil e terapeuta familiar Suzy Camacho, autora do livro Guia Prático dos Pais (ed. Paulinas).

Por isso, é fundamental insistir nas regras. “Antes de sair de casa, converse com ela e deixe claro o que não será permitido. Dependendo da idade, ela pode esquecer, daí a necessidade de repetir a história muitas vezes, até que ela aprenda.

Antes de chegar ao supermercado, por exemplo, deixe claro o que será possível comprar entre as guloseimas de que ela gosta e quando poderá comer. Caso ela abra o iogurte ou o pacote de bolacha ainda na loja ou no carro, seja firme. Diga que não é hora nem lugar para comer aquilo e coloque o produto em local fora de alcance. “A estratégia é evitar o acesso fácil ao que é proibido e aguentar a birra, mesmo que se sinta constrangido por estar em local público”, afirma Anne Lise.

Muitas vezes, os pais acabam dizendo sim, sim, sim por pena de ver o filho sofrer. Quem nunca teve ímpetos de aceitar levar um brinquedo caríssimo só de olhar para a carinha de choro de seu filho, implorando no meio da loja, quando o combinado era não comprar nada?.

Segundo Suzy, no entanto, para criar pessoas equilibradas é preciso que os pais impeçam o filho de impor sempre sua vontade. “Quem não quer ter um ditador precisa dizer não. Crianças que nunca são contrariadas acabam se tornando adultos infelizes, irritadiços, agressivos, depressivos, já que o mundo não dá o mesmo sim incondicional dos pais”, afirma Suzy.

O limite, explica Vera, é uma forma de evitar a teima e deixar a criança mais segura. “A criança sem limite se sente culpada, sem chão, tem dificuldades para ficar longe dos pais. Quando eles são firmes, elas se sentem acolhidas e entendem que uma cena não os fará mudarem de ideia.”

“Se os pais forem coerentes com o que dizem e fazem, terão um filho disciplinado aos 7 anos e deverá seguir assim pelo menos até a adolescência, quando a rebeldia, uma nova forma de birra, ressurge em intensidade variada, dependendo de como a criança vem lidando com as frustrações”, conta Suzy.
Os neurologistas afirmam que este comportamento se deve a falta de maturidade neurológica e que costuma desaparecer lá pelos quatro anos de idade.
Nos momentos de demonstrações de birra da criança, o melhor a fazer é ficar calmo, pois não adianta dialogarmos com a criança que está descontrolada e que não consegue ouvir as palavras dos adultos. É mais indicado esperarmos ela parar com a manha e falarmos que nem tudo se pode obter gritando e chorando.
Os adultos costumam bater na criança quando surge o comportamento de birra. Pergunto: “Dá certo?”. Eles me respondem que sim, pois “o filho parou de fazer a pirraça”. Então pergunto: “O que a criança aprendeu?” Os adultos riem e dizem que: “O filho aprendeu a respeitá-lo, porque não fez mais”. Continuo a conversa: “Você bateu na criança porque não sabia o que fazer com a situação de birra?”. Eles concordam comigo e eu prossigo: “Seu filho sentiu medo de sua mão pesada e do seu tamanho, mas não aprendeu a adiar as frustrações. A criança precisa aprender a adiar as suas satisfações e é enfrentando a birra que ela aprenderá a adiar os seus desejos!”.

O melhor modo de ensinarmos aos nossos alunos da educação infantil é falarmos com ele que não adianta fazer birra, pois não vai conseguir nada a menos que mereça. Caso a criança não mereça, o seu desejo não será satisfeito.
A birra é passageira!
A birra é passageira! Os adultos ficam constrangidos quando a criança faz birra em locais públicos. O melhor é esquecermos que estamos sendo observados e deixar a criança se acalmar naturalmente. Não podemos e nem queremos nos tornar escravos dos caprichos da criança. O melhor é propiciarmos o adiamento dos desejos infantis, pois estamos preparando os nossos filhos/alunos para a vida e para o mundo.
Batendo na criança estamos ensinando a temer o mais forte e a usar a violência para resolver os conflitos! Não estamos dando ensinamentos para vida. Ensinar nossas crianças a esperar e a controlar seus desejos é educar para a vida adulta e equilibrada.
Algumas pessoas alegam que com a Psicologia “as crianças fazem o que querem”, mas a meu ver, isto é uma desculpa para não assumirmos falhas na educação que damos as crianças.
Pais autoritários batem nos filhos quando não sabem o que fazer com o comportamento de birra. Esses pais alegam que é para impor respeito. Se não fizer assim: “Vai perder o controle sobre a criança!”. E se envaidece porque o comportamento parou.
Pais ausentes ou imaturos alegam que não sabem o que fazer com o seu filho quando fazem birra.
Pais equilibrados procuram especialistas para se aconselharem no que se refere ao que fazer na situação de birra.
Pense nisso: “A mãe que diz não e, diante da insistência do filho, acaba cedendo,ensina para a criança que o “não” pode virar “sim”, desde que ele insista. Essa insistência pode durar 1 segundo ou 3 horas. A criança vai continuar tentando, enquanto acreditar que pode transformar o ‘não’ em ’sim’ ”. (Içami Tiba)

Isso é tudo que queremos: Bebê Rindo



 

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