sábado, 10 de setembro de 2011

Síndrome do bebe sacudido

Postado por Unknown às 22:37 3 comentários

Importante: Sindrome do bebe sacudido


Quando dizem que todo cuidado com bebês é pouco, ninguém esta exagerando. A maioria dos pais não sabe, mas mesmo sem querer, pode causar uma lesão grave em seus pequeninhos apenas por chacoalhá-los. O nome disso? Síndrome do Bebê Sacudido - Shaken Baby Syndrome (SBS), originalmente.
"Shaken Baby é uma síndrome caracterizada por um impacto violento da cabeça, que pode trazer danos cerebrais permanentes, até retardo mental", explica a pediatra Heloísa Ionemoto, do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo.
A maior incidência de casos ocorre na faixa dos quatro a seis meses, quando o bebê ainda está extremamente frágil, bem "molinho" mesmo. "É quando o cuidador ou pais tem mais facilidade em chacoalhar o bebê", comenta a médica.
Normalmente a lesão acontece quando a pessoa que está olhando pelo bebê perde apaciência com muito choro e esperneio constantes - muito normais nessa fase da criança - e sacodem o pequeno como se isso fosse fazê-lo se calar.
Esse movimento brusco pode provocar a lesão, que se permeará pelo resto da vida. "O mecanismo de lesão se dá por aceleração e desaceleração da cabeça. Esse movimento violento faz com que pequenos vasos se rompam, levando a uma hemorragia subdural - nos espaços entre as membranas cerebrais, inchaço ou edema e hemorragia na retina", esclarece a especialista. Estes movimentos bruscos podem causar ainda cegueira e outras lesões oculares, surdez, fraturas em ossos, paralisia cerebral, deficiência mental e até morte.

Recentemente foi lançado um projeto, na Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, que envolve a orientação de pais, educadores, profissionais de saúde para a prevenção desse tipo de maus tratos aos bebês. A iniciativa conta com a criação de materiais educativos na Austrália por uma equipe liderada por Sue Folley e que foram dublados em português e adaptados para a realidade brasileira. Esse material será distribuído em maternidades, para populações de risco e outros interessados.

O lançamento ocorreu em novembro em todo o Brasil, por meio da Rede Universitária de Telemedicina, em conexão nacional com mais de 15 universidades via videoconferência, além de Portugal e Moçambique.

Isso porque essa prática é mais comum do que pensamos e sim, é considerada maus tratos à criança. O mais importante é que, não adianta falar que o bebê caiu sozinho. "Essas lesões não podem ser explicadas por uma simples queda da criança, como muitas vezes aparece na história contada por quem cuida do bebê", adverte Heloísa.

Em entrevista para o Children’s Trust Fund, fundação americana criada especialmente para proteger crianças de maus tratos, os McGinnis - casal americano que teve uma das filhas com a síndrome - relatam como a bebê sofreu os danos cerebrais: através de um chacoalhão de uma babá. A menina nunca mais se recuperou. Kelsey, a filha com a síndrome, tinha apenas sete semanas e meia quando adquiriu o retardo.
Casos como esse acontecem todos os dias. Portanto, nunca deixe seu pequenino com alguém que não seja experiente, paciente e de confiança. Isso pode custar caro. O site Observatório da Infância (www.observatoriodainfancia.com.br), idealizado pelo pediatra Lauro Monteiro, pode esclarecer dúvidas sobre esse e outros abusos.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Mamães Vamos Doar!

Postado por Unknown às 16:26 0 comentários
Meninas sei que muitas da comunidade sabem da minha situação e sabem como de certa forma isso é complicado, só de certa forma pois apesar de tudo sou muito feliz com amigos que posso contar e com minha família  pois sem tudo isso não conseguiria.
E por este motivo um dia estava pensando eu sou sempre ajudada  o que custa ajudar, pois  de certa forma isso me ajudou muito não to falando só do material mais do pessoal, pois não ha coisa mais gostosa e confortante do que você receber uma palavra de carinho e atenção num momento em que você esta precisando. e eu encontrei muito isso.
E isso me fez tomar coragem para tentar ajudar pessoas que eu não conheço mais sei que precisam de atenção e carinho e queria compartilhar com vocês isso,

4 canais para quem poder ajudar e gostar de ajudar. como ajudar? com roupas utensílios pagando um frete, com uma palavra de carinho e amor mas pra que esta corrente dê certo preciso da ajuda de vocês para que estes links sejam divulgados e mais pessoas saibam como ajudar. sei que é difícil mais as vezes nossas crianças pedem tanta coisa roupas brinquedos livros nossa tanta coisa que pra gente é pouco mais pra quem precisa é muito.

Ai você me pergunta como que você pode ajudar sem ter como Néya, simples eu tenho pouco sim moro numa casa simples sim e não trabalho mais a Nycolle tem 4 anos e tem roupinhas que já não cabem nela estas roupas sou fazer de tudo para doar quando aparecer alguém que precisa, os brinquedos também vou fazer o mesmo. Eu só não vou fazer doação de dinheiro até por que não tenho e acho que se o bebe e a criança esta precisando de roupas ou brinquedo e eu tiver como doar isso não vou dar dinheiro.
meninas e a nossos leitores quem poder ajudar ai esta meus links e quem poder ajudar também podendo entrar na equipe do blog e da comunidade me fala!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Açúcar para crianças: quando e quanto liberar?

Postado por Unknown às 18:10 0 comentários
Nem vilão nem mocinho. Em excesso, ele é, sim, prejudicial à saúde, mas uma quantidade moderada é indispensável ao organismo da criançada. Siga as orientações de especialistas e acerte na dose.
Açúcar para crianças

A partir de quando posso liberar alimentos com açúcar para meu filho?
O açúcar presente nas frutas pode e deve ser ofertado para seu bebê a partir do sexto mês de vida.
Já o açúcar refinado industrial, só após o primeiro ano de vida, porque predispõe à formação de cáries e altera o paladar da criança, que se acostuma facilmente com o sabor doce no suco, nos bolos, nos biscoitos...

É verdade que o açúcar deixa a criança mais agitada? Se sim, quais são os horários que devo evitar? 
Não há dados na literatura científica que comprovem esse efeito. O açúcar concentra muita energia e é rapidamente absorvido pelo organismo. No entanto, não existe uma relação estabelecida entre esse mecanismo e o aumento na agitação. O que pode acontecer é algo semelhante ao que ocorre quando um adulto come um doce e se sente feliz e eufórico. Nada excepcional.

O meu filho adora doce, mas eu fico preocupada em liberar e ele acabar ficando gordinho ou apresentar cáries. Como devo fazer?
O consumo excessivo de açúcar nos alimentos está diretamente relacionado à obesidade e ao surgimento de cáries, em qualquer fase da vida.
Procure acostumar seu pequeno com uma rotina alimentar saudável e adequada, incentivando o consumo de alimentos a cada três horas e respeitando as principais refeições.
Na hora dos lanchinhos, em intervalos entre as refeições, evite alimentos processados, como bolachas, bolos, balas etc. Dê preferência às frutas ou aos sanduíches naturais.

Qual a recomendação diária de açúcar recomendada, em porções? 
Seguindo a orientação da pirâmide alimentar, a criança deve consumir, no máximo, uma porção de açúcar ou doce por dia, o que corresponde a uma colher de sopa de açúcar refinado, achocolatado ou doce caseiro.

Há mães que, desde cedo, ensinam os filhos a consumir sucos e outros alimentos sem açúcar. Vale a pena investir nessa educação alimentar? A falta de açúcar é prejudicial?
É muito importante investir no consumo de frutas, sucos e outros alimentos sem açúcar ou mel.
Como a maioria dos alimentos possui açúcar natural, não há a necessidade de adicionar o artificial. Dessa forma, a criança aprende a apreciar os alimentos com uma quantidade de açúcar saudável.
Fontes: Abram Topczewski, especialista em neurologia infantil, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo Daniela Gomes, pediatra e nutróloga, de São Paulo Melissa Palmieri, pediatra do Hospital Villa-Lobos, em São Paulo Mariângela Schalka, odontopediatra de São Paulo 
 

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